Blog do DiEg!

De tudo um pouco sobre o universo digital.

Archive for the ‘ Colher de chá ’ Category

O parque vizinho

agosto 18, 2010 Colher de chá Comentar

Continuando as postagens no blog da minha rua, desta vez, destaquei o Horto Florestal do Córrego Grande. Uma área de lazer agradável, que agrega beleza e simplicidade, e fica localizada a menos de um quilômetro da Rua Joe Collaço.

Para ver o resultado, basta acessar o blog “Joe Collaço”, neste endereço: http://joecollaco.blogspot.com

Bouncing Ball

agosto 17, 2010 Colher de chá Comentar

Na aula de Técnicas de Animação, fomos submetidos a um exercício que serviu basicamente para conhecermos os princípios da animação.

Trabalhamos da seguinte forma:
1º Desenho – lápis, papel e borracha;
2º Retoques no desenho – caneta nanquim;
3º Digitalização da imagem – scanner;
4º Ajustes da imagem – photoshop;
5º Animação – flash.

É claro, que para cada item, uma técnica deveria ser utilizada, para que no final, chegássemos a este resultado:

Nas duas primeiras etapas, utilizamos um material de apoio que foi traduzido pelo professor Felipe Broering, que está disponível para download nesse endereço: http://www.chilli3d.com.br/

Depois disso, ajustamos as imagens digitalizadas para o mesmo tamanho (800×600), e as nomeamos em sequência (Imagem 01, Imagem 02). Com tudo pronto, importamos as imagens para o Flash e realizamos uma espécie de vetorização (Modify > Bitmap > Trace Bitmap), para no final aplicar cores e gerar a nossa animação.

Um exercício simples, mas importantíssimo para compreendermos algumas técnicas que estão por trás de uma animação.

O blog da minha rua

agosto 11, 2010 Colher de chá Comentar

O professor Carlos Castilho, na disciplina de Jornalismo Online, transformou a minha turma em uma grande equipe jornalística. A missão de cada um é publicar e manter um blog sobre bairros, ruas, condomínios ou atividades especializadas, em Florianópolis. O famoso jornalismo cidadão.

No meu caso, optei pela Rua Joe Collaço, o meu cantinho favorito aqui na Ilha:

O endereço do blog é: http://joecollaco.blogspot.com

Carlos Aldemir Farias nos conduz a julgarmos à relação entre o imaginário e a aprendizagem no contexto educacional. Pode-se dizer, mais precisamente, que em seu livro, Alfabetos da Alma: histórias da tradição na escola, ele encarna o espírito crítico, capaz de reconstruir o passado e ao mesmo tempo construir idealmente o futuro.

Desta forma, ele sustenta a tese da importância dos contos de fadas, fábulas e histórias da tradição como ferramenta pedagógica a ser utilizada em sala de aula. De um modo geral, o autor se utiliza de experiência própria e citações de autores como Edgar Morin, Joseph Campbel, Claude Lévi-Strauss, entre outros, para emitir suas conclusões.

Em seu discurso, Carlos polemiza acerca do uso da imaginação como ferramenta da educação, advertindo que para imaginar mais não é necessário afastar-se dos conteúdos da ciência. Com isso, nos incentiva a reagir aos padrões atuais da nossa educação, demonstrando que temos a capacidade de avaliar o que é certo, ou errado.

Fruto de rigorosa pesquisa bibliográfica e de campo, a obra destaca que a abundância de informações encontradas nestas narrativas permite a criança aprender, descobrir e inventar, cabendo ao professor a missão de desafiar, encorajar e provocar conflitos; porém, a sua maior dúvida gira em torno da possibilidade, ou não, de se estabelecer um diálogo entre o conhecimento científico e o saber da tradição.

Escrevendo de maneira clara e objetiva, o autor nos remete a um assunto muitas vezes deixado de lado, mas de fundamental importância: expandir a nossa capacidade de pensar. Os exemplos amplamente citados nos auxiliam na compreensão do seu raciocínio, a fim de chegarmos à nossa própria fundamentação.

E já que o assunto da aula de “Redação para Rádio e TV” de ontem, foi o lançamento do Portal da Ficha Limpa, fomos submetidos ao primeiro teste da disciplina: criar um texto para rádio, com no máximo 6 linhas, para apresentar o portal para a população.

E o resultado final foi este:

“A partir do dia 29 de julho, os eleitores contarão com uma nova ferramenta para controlar a disputa das eleições. Através do site www.fichalimpa.org.br, será possível conferir quais os candidatos estão com a ficha limpa para concorrer aos cargos públicos em 2010. Além destas informações, o eleitor poderá contestar a veracidade dos dados apresentados, que serão cadastrados no site pelos próprios candidatos.”

Lei Ficha Limpa

julho 28, 2010 Colher de chá Comentar

No primeiro dia de aula da disciplina de “Redação para Rádio e TV”, conhecemos o Portal da Ficha Limpa, que tem o objetivo de acompanhar a aplicação da lei e relacionar candidatos aptos para concorrer aos cargos públicos em 2010. A ideia é do Instituto Ethos e do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral.

O site é: www.fichalimpa.org.br.

Localizado a 36 quilômetros do centro de Florianópolis, o Ribeirão da Ilha é uma das mais belas comunidades da ilha de Santa Catarina, referenciada histórica e culturalmente. Conservando os traços da colonização portuguesa, a região chama atenção por suas belezas naturais e arquitetura, composta por dezenas de edifícios coloniais construídos no século XIX. Além disso, conta com uma infra-estrutura gastronômica especializada em frutos do mar, considerada uma das melhores da cidade.

Responsável por mais de 90% da produção de ostras do estado, o Ribeirão da Ilha tem na maricultura sua mais importante fonte de renda local. Visando promover o desenvolvimento sustentável do Ribeirão da Ilha, Carlos Cappelini, professor do curso de graduação em Turismo das Faculdades Integradas ASSESC, sugere o Plano Ribeirão. Trata-se de um planejamento e gestão estratégicos, visando desenvolver ações de cunho turístico e que, ao mesmo tempo, agreguem valor à produção de moluscos da região.

“O caminho das ostras” é uma proposta ousada de estruturação do potencial turístico do Ribeirão da Ilha, gerando oportunidades de emprego e renda para a população, estimulando a oferta de bens de serviços, promovendo o desenvolvimento econômico local. Além disso, este projeto incentiva a participação social e busca de sustentabilidade, contando com o auxílio da iniciativa privada e do setor público, para que seja possível a viabilização de sua inserção no processo regional de desenvolvimento.

Um modo criativo e diferenciado de fazer turismo.

Tive a oportunidade de criar campanhas publicitárias para divulgação deste projeto durante as aulas de Língua Portuguesa II, do Curso de Comunicação Social com ênfase em Mídia Eletrônica das Faculdades ASSESC.

O meu trabalho final para a disciplina de “Fotografia Digital I” foi capturado no Horto Florestal do Córrego Grande. O engraçado, é que antes de residir em Florianópolis, eu conhecia a capital catarinense por ser o berço das mais belas praias do Brasil. Porém, quando cheguei aqui, descobri esta área de lazer agradável, que agrega beleza e simplicidade, localizada a menos de um quilômetro da minha casa.

Uma estrutura ambiental riquíssima que conta com lagos, trilhas, quiosques, áreas esportivas, enfim, inúmeras opções de descanso e diversão, projetadas especialmente para quem gosta de se sentir em meio à natureza.

O Parque Córrego Grande transformou-se no meu passa-tempo diário, onde pratico minhas atividades físicas e deslumbro das maravilhas naturais enquanto descanso. Ah, e é um ótimo lugar para estudar.

Lembrando sempre, que apesar de ser um parque fechado, a entrada é franca.

E já que a Semiótica foi citada no último post, aproveitarei este, para apresentar um trabalho que eu fiz para a disciplina. O objetivo era transcodificar a mensagem de uma música, ou seja, buscar a essência da mensagem da música que o artista fez e passar isso para o seu “leitor”, através de outro meio.

Cada aluno tinha que produzir um material seguindo alguns passos: Estudar a música; sacar seus elementos, verbais e não verbais; suas relações; e suas possíveis significações (essências). O resultado final do meu, foi este:

O que eu fiz, foi o mapa conceitual da música e utilizei algumas palavras, para que fosse possível visualizar objetivamente os conceitos escolhidos. E por fim, montei uma linguagem gráfica para transmitir a mensagem.

A música que eu escolhi, diz mais ou menos o seguinte:

“Veja amigo, como nós dois crescemos e defendemos sonhos feitos de papel. Você mudou demais, traiu seus ideais, que a gente prometeu esquecer jamais.

Quantos de nós partiram, sem ter seus sonhos de criança conseguido. As nossas fantasias, que a gente teve um dia, foram esquecidas no passado por você e eu.

Sinto que existe agora, uma distância bem maior entre nós dois, maior que o inferno e o céu.

Seus sonhos foram feitos de papel…”

E o engraçado é que a vida, na verdade, é feita disso. Sonhos, páginas, muitas páginas. Algumas já escritas e outras ainda em branco, esperando o futuro agir.

Ah! E o mais bacana, é que durante a apresentação do material em sala rolou um feedback instantâneo do trabalho. Opiniões de alguns colegas:

Juliano Schwarz: “Achei o trabalho alternativo. O ‘tchê’ tirou várias conclusões complicadas. Tri bem finalizadinho”.

Priscila Rodrigues: “A letra na tela e as indagações do Diego, trouxeram lembranças boas e a percepção do que poderia ter sido diferente”.

Tatiane Nimet: “Muito show! A música e a sensação que ela passa com as questões feitas durante o áudio, agente passa a pensar se deixou muitos sonhos apenas no papel… Muito bom!”.

Thayse Menezes: “Gostei da fonte, das cores das letras e das frases relacionadas. Bem reflexivo”.

Anna Mattos: “A forma como a letra foi colocada na tela dá destaque a mensagem e abre um espaço pra análise do conteúdo”.

Louise Fernandes: “O vídeo apresentado pelo Diego faz com que prestemos mais atenção na letra da música, até por ter parte dela transcrita. Os questionamentos nos remetem ao passado, a relembrar nossa adolescência a repensar nossos sonhos, que foram construídos e hoje já não são mais os mesmos… Relembramos tudo o que foi deixado para trás, inclusive sonhos e amizades”.

Mariane Petroski: “A forma que ele conduz o vídeo, mistura a letra da musica com outros dizeres. ELE É UM FOFO”.

João Paulo Fontana: “Bem LEGAL. Critico e com contexto”.

Bruno Guarda Cestari: “Gostei da maneira como ele interpretou e colocou as frases durante a música. A música e as frases foram a inspiração para que nos construíssemos as nossas próprias imagens”.

Queria acordar, mas a Semiótica, os processos entre signos e toda teoria e prática em torno deles, que eu ainda desconheço, me obrigam a continuar sonhando. Eu sei, sou teimoso. Mas a verdade é que ainda estou procurando aquele xis convergente. Ah! E também procuro o X que marca onde está o tesouro e o ponto de encontro. O xis da questão.

Eu queria simplificar, exemplificar, enfim, deixar isso mais claro, mas não consigo. Este signo está só em minha mente. É fato. E apesar de tudo que vem à minha cabeça, afirmo com todas as letras e sem medir nenhuma palavra, o quão fantástico é o representâmen desta história.

É incrível, mas tudo fica compreensível a partir da Semiótica.

Agradeço ao mestre Gonçalo Ferraz, que apresentou esta disciplina de um jeito diferente e fez interessante e divertida, a temida Semiótica e Semiologia.