Continuando as postagens no blog da minha rua, desta vez, destaquei o Horto Florestal do Córrego Grande. Uma área de lazer agradável, que agrega beleza e simplicidade, e fica localizada a menos de um quilômetro da Rua Joe Collaço.
Na aula de Técnicas de Animação, fomos submetidos a um exercício que serviu basicamente para conhecermos os princípios da animação.
Trabalhamos da seguinte forma:
1º Desenho – lápis, papel e borracha;
2º Retoques no desenho – caneta nanquim;
3º Digitalização da imagem – scanner;
4º Ajustes da imagem – photoshop;
5º Animação – flash.
É claro, que para cada item, uma técnica deveria ser utilizada, para que no final, chegássemos a este resultado:
Nas duas primeiras etapas, utilizamos um material de apoio que foi traduzido pelo professor Felipe Broering, que está disponível para download nesse endereço: http://www.chilli3d.com.br/
Depois disso, ajustamos as imagens digitalizadas para o mesmo tamanho (800×600), e as nomeamos em sequência (Imagem 01, Imagem 02). Com tudo pronto, importamos as imagens para o Flash e realizamos uma espécie de vetorização (Modify > Bitmap > Trace Bitmap), para no final aplicar cores e gerar a nossa animação.
Um exercício simples, mas importantíssimo para compreendermos algumas técnicas que estão por trás de uma animação.
O professor Carlos Castilho, na disciplina de Jornalismo Online, transformou a minha turma em uma grande equipe jornalística. A missão de cada um é publicar e manter um blog sobre bairros, ruas, condomínios ou atividades especializadas, em Florianópolis. O famoso jornalismo cidadão.
No meu caso, optei pela Rua Joe Collaço, o meu cantinho favorito aqui na Ilha:
Carlos Aldemir Farias nos conduz a julgarmos à relação entre o imaginário e a aprendizagem no contexto educacional. Pode-se dizer, mais precisamente, que em seu livro, Alfabetos da Alma: histórias da tradição na escola, ele encarna o espírito crítico, capaz de reconstruir o passado e ao mesmo tempo construir idealmente o futuro.
Desta forma, ele sustenta a tese da importância dos contos de fadas, fábulas e histórias da tradição como ferramenta pedagógica a ser utilizada em sala de aula. De um modo geral, o autor se utiliza de experiência própria e citações de autores como Edgar Morin, Joseph Campbel, Claude Lévi-Strauss, entre outros, para emitir suas conclusões.
Em seu discurso, Carlos polemiza acerca do uso da imaginação como ferramenta da educação, advertindo que para imaginar mais não é necessário afastar-se dos conteúdos da ciência. Com isso, nos incentiva a reagir aos padrões atuais da nossa educação, demonstrando que temos a capacidade de avaliar o que é certo, ou errado.
Fruto de rigorosa pesquisa bibliográfica e de campo, a obra destaca que a abundância de informações encontradas nestas narrativas permite a criança aprender, descobrir e inventar, cabendo ao professor a missão de desafiar, encorajar e provocar conflitos; porém, a sua maior dúvida gira em torno da possibilidade, ou não, de se estabelecer um diálogo entre o conhecimento científico e o saber da tradição.
Escrevendo de maneira clara e objetiva, o autor nos remete a um assunto muitas vezes deixado de lado, mas de fundamental importância: expandir a nossa capacidade de pensar. Os exemplos amplamente citados nos auxiliam na compreensão do seu raciocínio, a fim de chegarmos à nossa própria fundamentação.
E já que o assunto da aula de “Redação para Rádio e TV” de ontem, foi o lançamento do Portal da Ficha Limpa, fomos submetidos ao primeiro teste da disciplina: criar um texto para rádio, com no máximo 6 linhas, para apresentar o portal para a população.
E o resultado final foi este:
“A partir do dia 29 de julho, os eleitores contarão com uma nova ferramenta para controlar a disputa das eleições. Através do site www.fichalimpa.org.br, será possível conferir quais os candidatos estão com a ficha limpa para concorrer aos cargos públicos em 2010. Além destas informações, o eleitor poderá contestar a veracidade dos dados apresentados, que serão cadastrados no site pelos próprios candidatos.”
No primeiro dia de aula da disciplina de “Redação para Rádio e TV”, conhecemos o Portal da Ficha Limpa, que tem o objetivo de acompanhar a aplicação da lei e relacionar candidatos aptos para concorrer aos cargos públicos em 2010. A ideia é do Instituto Ethos e do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral.
Localizado a 36 quilômetros do centro de Florianópolis, o Ribeirão da Ilha é uma das mais belas comunidades da ilha de Santa Catarina, referenciada histórica e culturalmente. Conservando os traços da colonização portuguesa, a região chama atenção por suas belezas naturais e arquitetura, composta por dezenas de edifícios coloniais construídos no século XIX. Além disso, conta com uma infra-estrutura gastronômica especializada em frutos do mar, considerada uma das melhores da cidade.
Responsável por mais de 90% da produção de ostras do estado, o Ribeirão da Ilha tem na maricultura sua mais importante fonte de renda local. Visando promover o desenvolvimento sustentável do Ribeirão da Ilha, Carlos Cappelini, professor do curso de graduação em Turismo das Faculdades Integradas ASSESC, sugere o Plano Ribeirão. Trata-se de um planejamento e gestão estratégicos, visando desenvolver ações de cunho turístico e que, ao mesmo tempo, agreguem valor à produção de moluscos da região.
“O caminho das ostras” é uma proposta ousada de estruturação do potencial turístico do Ribeirão da Ilha, gerando oportunidades de emprego e renda para a população, estimulando a oferta de bens de serviços, promovendo o desenvolvimento econômico local. Além disso, este projeto incentiva a participação social e busca de sustentabilidade, contando com o auxílio da iniciativa privada e do setor público, para que seja possível a viabilização de sua inserção no processo regional de desenvolvimento.
Um modo criativo e diferenciado de fazer turismo.
Tive a oportunidade de criar campanhas publicitárias para divulgação deste projeto durante as aulas de Língua Portuguesa II, do Curso de Comunicação Social com ênfase em Mídia Eletrônica das Faculdades ASSESC.
O meu trabalho final para a disciplina de “Fotografia Digital I” foi capturado no Horto Florestal do Córrego Grande. O engraçado, é que antes de residir em Florianópolis, eu conhecia a capital catarinense por ser o berço das mais belas praias do Brasil. Porém, quando cheguei aqui, descobri esta área de lazer agradável, que agrega beleza e simplicidade, localizada a menos de um quilômetro da minha casa.
Uma estrutura ambiental riquíssima que conta com lagos, trilhas, quiosques, áreas esportivas, enfim, inúmeras opções de descanso e diversão, projetadas especialmente para quem gosta de se sentir em meio à natureza.
O Parque Córrego Grande transformou-se no meu passa-tempo diário, onde pratico minhas atividades físicas e deslumbro das maravilhas naturais enquanto descanso. Ah, e é um ótimo lugar para estudar.
Lembrando sempre, que apesar de ser um parque fechado, a entrada é franca.
E já que a Semiótica foi citada no último post, aproveitarei este, para apresentar um trabalho que eu fiz para a disciplina. O objetivo era transcodificar a mensagem de uma música, ou seja, buscar a essência da mensagem da música que o artista fez e passar isso para o seu “leitor”, através de outro meio.
Cada aluno tinha que produzir um material seguindo alguns passos: Estudar a música; sacar seus elementos, verbais e não verbais; suas relações; e suas possíveis significações (essências). O resultado final do meu, foi este:
O que eu fiz, foi o mapa conceitual da música e utilizei algumas palavras, para que fosse possível visualizar objetivamente os conceitos escolhidos. E por fim, montei uma linguagem gráfica para transmitir a mensagem.
A música que eu escolhi, diz mais ou menos o seguinte:
“Veja amigo, como nós dois crescemos e defendemos sonhos feitos de papel. Você mudou demais, traiu seus ideais, que a gente prometeu esquecer jamais.
Quantos de nós partiram, sem ter seus sonhos de criança conseguido. As nossas fantasias, que a gente teve um dia, foram esquecidas no passado por você e eu.
Sinto que existe agora, uma distância bem maior entre nós dois, maior que o inferno e o céu.
Seus sonhos foram feitos de papel…”
E o engraçado é que a vida, na verdade, é feita disso. Sonhos, páginas, muitas páginas. Algumas já escritas e outras ainda em branco, esperando o futuro agir.
Ah! E o mais bacana, é que durante a apresentação do material em sala rolou um feedback instantâneo do trabalho. Opiniões de alguns colegas:
Juliano Schwarz: “Achei o trabalho alternativo. O ‘tchê’ tirou várias conclusões complicadas. Tri bem finalizadinho”.
Priscila Rodrigues: “A letra na tela e as indagações do Diego, trouxeram lembranças boas e a percepção do que poderia ter sido diferente”.
Tatiane Nimet: “Muito show! A música e a sensação que ela passa com as questões feitas durante o áudio, agente passa a pensar se deixou muitos sonhos apenas no papel… Muito bom!”.
Thayse Menezes: “Gostei da fonte, das cores das letras e das frases relacionadas. Bem reflexivo”.
Anna Mattos: “A forma como a letra foi colocada na tela dá destaque a mensagem e abre um espaço pra análise do conteúdo”.
Louise Fernandes: “O vídeo apresentado pelo Diego faz com que prestemos mais atenção na letra da música, até por ter parte dela transcrita. Os questionamentos nos remetem ao passado, a relembrar nossa adolescência a repensar nossos sonhos, que foram construídos e hoje já não são mais os mesmos… Relembramos tudo o que foi deixado para trás, inclusive sonhos e amizades”.
Mariane Petroski: “A forma que ele conduz o vídeo, mistura a letra da musica com outros dizeres. ELE É UM FOFO”.
João Paulo Fontana: “Bem LEGAL. Critico e com contexto”.
Bruno Guarda Cestari: “Gostei da maneira como ele interpretou e colocou as frases durante a música. A música e as frases foram a inspiração para que nos construíssemos as nossas próprias imagens”.
Queria acordar, mas a Semiótica, os processos entre signos e toda teoria e prática em torno deles, que eu ainda desconheço, me obrigam a continuar sonhando. Eu sei, sou teimoso. Mas a verdade é que ainda estou procurando aquele xis convergente. Ah! E também procuro o X que marca onde está o tesouro e o ponto de encontro. O xis da questão.
Eu queria simplificar, exemplificar, enfim, deixar isso mais claro, mas não consigo. Este signo está só em minha mente. É fato. E apesar de tudo que vem à minha cabeça, afirmo com todas as letras e sem medir nenhuma palavra, o quão fantástico é o representâmen desta história.
É incrível, mas tudo fica compreensível a partir da Semiótica.
Agradeço ao mestre Gonçalo Ferraz, que apresentou esta disciplina de um jeito diferente e fez interessante e divertida, a temida Semiótica e Semiologia.